Brasil: Academia Brasileira de Cinema divulga os finalistas do Prémio Grande Otelo

Com homenagem ao Cinema Novo, a 23.ª edição da maior premiação do audiovisual brasileiro será realizada a 28 de agosto, na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro
OS FILMES MAIS ESPERADOS DE 2019 3 1 OS FILMES MAIS ESPERADOS DE 2019 3 2

A Academia Brasileira de Cinema divulgou a lista dos finalistas ao Prémio Grande Otelo e dá início à contagem decrescente para a maior premiação do sector audiovisual nacional, que este ano homenageia o Cinema Novo.

A cerimónia está confirmada para 28 de agosto, na Cidade das Artes Bibi Ferreira, no Rio de Janeiro, com transmissão em direto para todo o país pelo Canal Brasil e pelo YouTube da Academia.

Os filmes com maior número de nomeações são “Mussum, O Filmis”, de Silvio Guindane, e “O Sequestro do Voo 375”, de Marcus Baldini, ambos finalistas em 12 categorias.

Novidades

A partir desta 23ª edição, a Academia Brasileira de Cinema renomeia o evento (que até 2023 se chamava Grande Prémio do Cinema Brasileiro) e lança uma nova marca para ampliar a homenagem ao ator e comediante, um dos maiores ícones do no cinema brasileiro, que já dava nome ao Troféu Grande Otelo.

Este ano, a Academia apresenta também um novo site exclusivamente dedicado ao Prémio, que reúne todos os detalhes da premiação, que terá direcção do artista visual Batman Zavareze e roteiro de Bebeto Abrantes.

“Chegamos à 23ª edição do Prémio do Cinema Brasileiro, agora rebatizado de Prêmio Grande Otelo, com um recorde de obras inscritas. Uma alegria ver a potência do nosso audiovisual num ano em que homenagearemos o Cinema Novo, movimento essencial para entendermos que somos protagonistas das histórias que só a gente pode contar”, diz a produtora Renata Almeida Magalhães, presidente da Academia Brasileira de Cinema.

Atualizações no prémio

Votado pelos sócios da Academia, o Prémio Grande Otelo tem passado por atualizações desde que foi criado, sempre acompanhando as mudanças do mercado audiovisual.

Com o objetivo de abranger a multiplicidade de formatos narrativos, a Academia criou este ano duas novas categorias: Melhor Atriz e Melhor Ator de Série de Ficção.

No total, são 30 categorias, incluindo a de filmes ibero-americanos, com produções indicadas pelas academias de cinema dos 13 países associados à FIACINE (Federação Ibero-americana de Cinema). A categoria Melhor Longa-Metragem Comédia concorrerá exclusivamente ao Voto Popular.

“Receber mais uma edição do Grande Prémio do Cinema Brasileiro na Cidade das Artes é uma honra, principalmente no ano em que ele passa a se chamar Prêmio Grande Otelo, homenageando um dos atores que representou tão bem o Brasil e o Rio de Janeiro nas telonas, no teatro e na música popular. A cidade sempre foi cenário de grandes produções nacionais e, no ano passado, subiu no ranking dos locais mais filmados do mundo, com mais diárias de gravação que Paris. Por isso, estamos sempre apostando no setor e, este ano, vamos investir R$34 milhões no Programa de Fomento Pró-Carioca Audiovisual, reafirmando a importância dessa atividade econômica para a nossa cidade”, diz o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes.

Balanço

Em 2024, mais de 3 mil profissionais inscreveram-se nas diferentes categorias do prémio. Foram submetidos 94 longas-metragens de ficção, 67 documentários, 13 filmes infantis, 7 longas de animação, 32 séries de ficção, 33 séries documentais, 4 séries de animação, 24 curtas de animação, 38 curtas documentais, 22 curtas de ficção e 9 filmes ibero-americanos.

A lista de finalistas de 2024 destaca mais de 200 profissionais nomeados, abrangendo 39 longas-metragens brasileiros e 5 ibero-americanos. Também estão na competição 15 curtas brasileiros, distribuídos entre 5 de ficção, 5 documentários e 5 de animação, além de 16 séries, incluindo 4 de animação, 5 documentários e 7 de ficção.

Quem vota?

O Prémio Grande Otelo é votado por profissionais de várias áreas do sector audiovisual, todos associados à Academia, uma entidade inclusiva que acolhe toda a classe. Todos os anos, a abertura dos envelopes e a verificação dos resultados são conduzidas e auditadas pela PwC Brasil.

E os vencedores?

Os vencedores serão determinados no segundo turno, que decorre de 12 a 22 de julho, através da votação entre os sócios da Academia. A votação popular online, onde o público pode escolher o seu filme favorito entre os finalistas brasileiros de ficção (drama e comédia) e documentário, estará aberta de 26 de julho a 27 de agosto.


FINALISTAS – PRÊMIO GRANDE OTELO 2024

 

MELHOR LONGA-METRAGEM FICÇÃO

“Mussum, O Filmis”, de Silvio Guindane.

Produção: André Carreira por Camisa Listrada e Roberto Santucci por Panorama Filmes.

“Noites Alienígenas”, de Sérgio de Carvalho.

Produção: Sérgio de Carvalho por Saci Filmes e Pedro von Krüger por Com Domínio Filmes.

“Nosso Sonho – A História de Claudinho e Buchecha”, de Eduardo Albergaria.

Produção: Leonardo Edde e Eduardo Albergaria por Urca Filmes.

“O Sequestro do Voo 375”, de Marcus Baldini.

Produção: Joana Henning e Paula Torres por Estúdio Escarlate.

“Pedágio”, de Carolina Markowicz.

Produção: Bianca Villar, Fernando Fraiha e Karen Castanho por Biônica Filmes.

 

MELHOR LONGA-METRAGEM COMÉDIA

(concorre exclusivamente na categoria Voto Popular)

 

“Desapega!”, de Hsu Chien.

Produção: Marcos Scherer por Bronze Filmes e Catarina Chamon por Rubi Filmes e Produções Artísticas.

“Minha Irmã e Eu”, de Susana Garcia.

Produção: Marcio Fraccaroli, André Fraccaroli e Veronica Stumpf por Paris Produções Cinematográficas.

“Os Farofeiros 2”, de Roberto Santucci.

Produção: André Carreira por Camisa Listrada e Roberto Santucci por Panorama Filmes.

“Pérola”, de Murilo Benício.

Produção: Marcello Ludwig Maia por República Pureza Filmes e Murilo Benício por M.B. Produções.

“Saudosa Maloca”, de Pedro Serrano.

Produção: Renata Martins Alvarez por Pink Flamingo Filmes.

“Três Tigres Tristes”, de Gustavo Vinagre.

Produção: Gustavo Vinagre e Rodrigo Carneiro por Carneiro Verde Filmes.

 

MELHOR LONGA-METRAGEM DOCUMENTÁRIO

“Andança – Os Encontros e as Memórias de Beth Carvalho”, de Pedro Bronz.

Produção: Roberto Berliner por TV Zero.

“Belchior – Apenas Um Coração Selvagem”, de Natália Dias e Camilo Cavalcanti.

Produção: Camilo Cavalcanti por Clariô Filmes.

“Elis & Tom, só tinha de ser com Você”, de Roberto de Oliveira e Jom Tob Azulay. Produção: Diogo Zecchin Pires Gonçalves e Roberto de Oliveira por Rinoceronte Entretenimento.

“Nada Será Como Antes – A Música do Clube da Esquina”, de Ana Rieper.

Produção: Ana Rieper e Suzana Amado por Paladina Produções Artísticas.

“Retratos Fantasmas”, de Kleber Mendonça Filho.

Produção: Emilie Lesclaux por Cinemascópio, Silvia Cruz e Felipe Lopes por Vitrine Filmes.

 

MELHOR LONGA-METRAGEM ANIMAÇÃO

“A Ilha dos Ilus”, de Paulo G. C. Miranda.

Produção: Ricardo de Podestá, Paulo G.C. Miranda e Thiago Camargo por Mandra Filmes.

“Bizarros Peixes das Fossas Abissais”, de Marão.

Produção: Marcelo Fabri Marão por Marão Desenhos Animados.

“Chef Jack, O Cozinheiro Aventureiro”, de Guilherme Fiuza Zenha.

Produção: Luiz Fernando de Alencar e Giordano Becheleni por Immagini Animation Studios.

“Perlimps”, de Alê Abreu.

Produção: Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi por Buriti Filmes, Ernesto Soto Canny por Misti Filmes e Alê Abreu por Alê Abreu Produções.

“Uma Noite Antes Do Natal”, de Nelson Botter Jr.

Produção: Nelson Botter Jr e Fernando Alonso por Tortuga Studios.

 

MELHOR LONGA-METRAGEM INFANTIL

“As Aventuras de Poliana – O Filme”, de Claudio Boeckel.

Produção: Mara Lobão e Rodrigo Montenegro por Panorâmica.

“Dois é Demais em Orlando”, de Rodrigo Van Der Put.

Produção: Diego Paiva, Alberto Graça e Luciana Boal Marinho por MPC Filmes.

“Turma da Mônica Jovem – Reflexo Do Medo”, de Mauricio Eça.

Produção: Marcos Scherer por Bronze Filmes Produtora.

“Uma Carta Para o Papai Noel”, de Gustavo Spolidoro.

Produção: Aletéia Selonk por Okna Produções.

“Uma Fada Veio Me Visitar”, de Viviane Jundi.

Produção: Marcos Scherer por Bronze Filmes Produtora e Catarina Chamon por Rubi Filmes e Produções Artísticas.

 

MELHOR DIREÇÃO

Anita Rocha da Silveira por “Medusa”.

Carolina Markowicz por “Pedágio”.

Kleber Mendonça Filho por “Retratos Fantasmas”.

Marcus Baldini por “O Sequestro do Voo 375”.

Tomás Portella por “Aumenta que é Rock’n’ Roll”.

 

MELHOR PRIMEIRA DIREÇÃO DE LONGA-METRAGEM

Ana Petta e Helena Petta por “Quando Falta o Ar”.

Lillah Halla por “Levante”.

Nara Normande e Tião por “Sem Coração”.

Natália Dias e Camilo Cavalcanti por “Belchior – Apenas um Coração Selvagem”.

Silvio Guindane por “Mussum, o Filmis”.

 

MELHOR ATRIZ DE LONGA-METRAGEM

Bárbara Paz como Isis por “A Porta ao Lado”.

Débora Falabella como Ana por “Bem-Vinda, Violeta”.

Drica Moraes como Pérola por “Pérola”.

Maeve Jinkings como Suellen por “Pedágio”.

Vera Holtz como Virgínia por “Tia Virgínia”.

 

MELHOR ATOR DE LONGA-METRAGEM

Ailton Graça como Mussum por “Mussum, o Filmis”.

Chico Diaz como Alê por “Noites Alienígenas”.

Johnny Massaro como Luiz Antônio Mello por “Aumenta que é Rock’n’ Roll”.

Juan Paiva como Buchecha por “Nosso Sonho – A História de Claudinho e Buchecha”.

Paulo Miklos como Adoniran Barbosa por “Saudosa Maloca”.

 

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE DE LONGA-METRAGEM

Alice Carvalho como Lili por “Angela”.

Aline Marta Maia como Telma por “Pedágio”.

Arlete Salles como Vanda por “Tia Virgínia”.

Cacau Protásio como Malvina (fase 1) por “Mussum, o Filmis”.

Grace Passô como Sol por “Levante”.

 

MELHOR ATOR COADJUVANTE DE LONGA-METRAGEM

Antônio Pitanga como Tavares por “Tia Virgínia”.

Gabriel Leone como Armando por “O Rio do Desejo”.

George Sauma como Samuca por “Aumenta que é Rock’n’ Roll”.

Gero Camilo como Mato Grosso por “Saudosa Maloca”.

Jorge Paz como Nonato por “O Sequestro do Voo 375”.

Yuri Marçal como Carlinhos Jovem por “Mussum, o Filmis”.

 

MELHOR DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA

Adrian Teijido, ABC, por “O Rio do Desejo”.

Evgenia Alexandrova por “Sem Coração”.

Gustavo Hadba, ABC, por “Bem-Vinda, Violeta”.

Kika Cunha, ABC, por “Pérola”.

Nonato Estrela, ABC, por “Mussum, o Filmis”.

Rhebling Junior por “O Sequestro do Voo 375”.

 

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL

Adirley Queirós e Joana Pimenta por “Mato Seco em Chamas”.

Anita Rocha da Silveira por “Medusa”.

Carolina Markowicz por “Pedágio”.

Daniel Bandeira por “Propriedade”.

Fabio Meira por “Tia Virgínia”.

 

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO

Adriano Falcão, Marcelo Saback e Jô Abdu – Adaptado da peça teatral “Pérola”, de Mauro Rasi – por “Pérola”.

Camilo Cavalcanti, Rodolfo Minari e Sérgio de Carvalho – adaptado do livro “Noites Alienígenas”, de Sérgio de Carvalho – por “Noites Alienígenas”.

Lusa Silvestre e Mikael De Albuquerque – Adaptado do documentário “Sequestro do Voo 375”, de Constâncio Viana – por “O Sequestro do Voo 375”.

Paulo Cursino – adaptado do livro “Mussum, uma história de humor e samba”, de Juliano Barreto – por “Mussum, o Filmis”.

Sergio Machado, George Walker Torres, Maria Camargo e Milton Hatoum – adaptado da obra “O Adeus do Comandante”, de Milton Hatoum – por “O Rio do Desejo”.

 

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE

Adrian Cooper por “O Rio do Desejo”.

Ana Mara Abreu por “Tia Virgínia”.

Cláudio Amaral Peixoto por “Aumenta que é Rock’n’Roll”.

Karen Araujo por “Nosso Sonho – A História de Claudinho e Buchecha”.

Rafael Ronconi por “O Sequestro do Voo 375”.

 

MELHOR FIGURINO

Alex Brollo por “Nosso Sonho – A História de Claudinho e Buchecha”.

Ana Avelar e Joanna Ribas por “Aumenta que é Rock’n’Roll”.

Bia Salgado por “Pérola”.

Cassio Brasil por “Mussum, o Filmis”.

Letícia Barbieri por “O Sequestro do Voo 375”.

 

MELHOR MAQUIAGEM

Irandê Costa por “Aumenta que é Rock’n’Roll”.

Marcos Freire por “Tia Virgínia”.

Mari Pin e Martín Macías Trujillo por “Mussum, o Filmis”.

Simone Batata por “O Sequestro do Voo 375”.

Zé Lucas por “Noites Alienígenas”.

 

MELHOR EFEITO VISUAL

José Francisco Neto, ABC, por “Mussum, o Filmis”.

Marcelo Cunha e Joaquim Moreno por “O Sequestro do Voo 375”.

Marcelo Siqueira, ABC e Alexandre Cruz, V.E.S, por “Turma da Mônica Jovem – Reflexos do Medo”.

Marcelo Siqueira, ABC, por “Aumenta que é Rock’n’Roll”.

Marcelo Siqueira, ABC, por “Mamonas Assassinas, O Filme”.

 

MELHOR MONTAGEM

André Sampaio por “Noites Alienígenas”.

André Simões por “Mussum, o Filmis”.

Eduardo Albergaria e Waldir Xavier por “Nosso Sonho, a História de Claudinho e Buchecha”.

João Wainer por “Elis & Tom, só Tinha de Ser com Você”.

Karen Akerman e Virgínia Flores por “Tia Virgínia”.

Lucas Gonzaga e Gustavo Vasconcelos por “O Sequestro do Voo 375”.

 

MELHOR SOM

André Bellentani, Filipe Derado e Toco Cerqueira por “Pedágio”.

Bernardo Uzeda, Evandro Lima, ABC e Gustavo Loureiro por “Medusa”.

Evandro Lima, ABC, Acácia Lima, Tomás Alem, Gustavo Loureiro e Rodrigo Noronha por “Mussum, o Filmis”.

Sérgio Scliar, Miriam Biderman, ABC E Ricardo Reis, ABC, por “O Sequestro do Voo 375”.

Valéria Ferro, Renato Calaça, Simone Petrillo e Paulo Gama por “Aumenta que é Rock’n’Roll”.

 

MELHOR TRILHA SONORA

Bernardo Gebara por “Noites Alienígenas”.

Bernardo Uzeda e Anita Rocha da Silveira por “Medusa”.

Beto Villares por “O Rio do Desejo”.

Dado Villa-Lobos por “Aumenta que é Rock’n’Roll”.

Plínio Profeta por “Nosso Sonho – A História de Claudinho e Buchecha”.

Plínio Profeta por “O Sequestro do Voo 375”.

 

MELHOR LONGA-METRAGEM IBERO-AMERICANO

“Al Otro Lado De La Niebla” (Equador) / Documentário – Direção: Sebastián Cordero. Indicação: Academia de las Artes Audiovisuales y Cinematográficas del Equador.

“El Otro Hijo” (Colômbia, Argentina e França) / Ficção – Direção: Juán Sebastián Quebrada. Indicação: Academia Colombiana de Artes y Ciencias Cinematográficas.

“La Sociedad De La Nieve” (Espanha, Uruguai, Argentina e Chile) / Ficção – Direção: J.A. Bayona. Indicação: Academia de las Artes y las Ciencias Cinematográficas de España.

“Los Colonos” (Chile, Argentina, Reino Unido, Taiwan e EUA) / Ficção – Direção: Felipe Gálvez. Indicação: Academia de Cine de Chile.

“Puan” (Argentina, Brasil, Italia, França e Alemanha) / Ficção- Direção: María Alché y Benjamín Naishtat. Indicação: Academia de las Artes y Ciencias Cinematográficas de la Argentina.

 

MELHOR CURTA-METRAGEM FICÇÃO

“A Menina e o Mar”, direção Gabriel Mellin.

“Os Animais Mais Fofos e Engraçados do Mundo”, direção Renato Sircilli.

“Quinze Quase Dezesseis”, direção Thais Fujinaga.

“Se Precisar de Algo”, direção Mariana Cobra.

“Yãmî Yah-Pá | Fim da Noite”, direção Vladimir Seixas.

 

MELHOR CURTA-METRAGEM DOCUMENTÁRIO

“As Marias”, direção Dannon Lacerda.

“Cama Vazia”, direção Fábio Rogério e Jean-Claude Bernardet.

“Eu, Negra”, direção Juh Almeida.

“Macaléia”, direção Rejane Zilles.

“Thuë Pihi Kuuwi – Uma Mulher Pensando”, direção Aida Harika Yanomami, Edmar Tokorino Yanomami e Roseane Yariana Yanomami.

 

MELHOR CURTA-METRAGEM ANIMAÇÃO

“Era Uma Noite De São João”, direção Bruna Velden.

“Jussara”, direção Camila Ribeiro.

“Lapso”, direção Mônica Moura.

“Mulher Vestida de Sol”, direção Patrícia Moreira.

“Quintal”, direção Mariana Netto.

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