Vai chegar a Portugal o filme “Monty Python: A Autobiografia de um Mentiroso” (2012), realizado por Bill Jones, Jeff Simpson e Ben Timlett, uma animação ficcionada baseada da vida de Graham Chapman, um dos membros da mítica série Monty Python que faleceu em 1989, aos 48 anos de idade.

Estreia a 11 de julho, em exclusivo nos Cinemas NOS, um filme de animação ficcionada, sobre um dos humoristas mais icónicos de sempre, um filme-fetiche que ajuda a matar as saudades dos Monty Python, o grupo de humoristas britânico mais influente do mundo.

“”Monty Python: A Autobiografia de um Mentiroso” é a versão de Graham Chapman sobre a sua vida bizarra e da sua busca de autoconhecimento. Incrível, sim. Surreal, certamente. Verdadeiro? Quem sabe? Na sua cerimónia fúnebre, John Cleese apelidou Chapman de “aproveitador imbecil”. Agora que o filme o reúne a Cleese, Jones, Palin, e Gilliam pela primeira vez, após tantos anos, Chapman poderá ganhar um novo título: ‘o de cadáver mais prolífero desde Elvis’.”

“Apesar de ter morrido de forma egoísta em 1989, Chapman dera-se ao trabalho de se gravar a si próprio durante a leitura do seu livro ‘A Autobiografia de um Mentiroso’. Essas gravações foram agora engenhosamente usadas para fornecer a voz de Chapman ao filme de animação com o mesmo nome. Os colegas Pythons John Cleese, Terry Jones, Michael Palin e Terry Gilliam também aparecem, fazendo de si próprios e de outras personagens, juntamente com alguns convidados surpresa.”

Trabalharam neste filme 14 estúdios de animação e John Cleese, Terry Gilliam, Terry Jones, Michael Palin, Stephen Fry e o próprio Graham Chapman integram o elenco de vozes da animação. “A Autobiografia de um Mentiroso” conta várias facetas da vida pessoal de Graham, “…fumou cachimbo, tornou-se médico, tornou-se um Python, decidiu ser gay (bom, 70/30, de acordo com um inquérito que fez a si próprio), embriagou-se muito, deixou de se embriagar, fez alguns filmes e mudou-se para Los Angeles. Finalmente, foi arrebatado para o espaço por extraterrestres (embora isso possa ter sido num filme).”