“Lady and the Tramp”, a 15ª longa-metragem da Walt Disney, é o melhor filme da década de 50.

Na década de 50 houve bons filmes da Disney, “Cinderella” (1950), “Alice in Wonderland” (1951), “Peter Pan”(1953), “Lady and the Tramp” (1955) e “Sleeping Beauty” (1959). Mas, na minha opinião, não houve nenhum que me marcasse muito, o que dificulta bastantes esta tarefa de escolher o melhor filme dos anos 50. Até porque não tenho nenhum destes filmes em VHS ou em DVD, vi-os todos na televisão ou em casa de amigos. E apesar de eu ser um grande fã da história do Peter Pan, nunca gostei muito desta versão da Walt Disney, pois acho-a demasiado infantil, mesmo para um filme da Disney.

 

Contudo, vou destacar “Lady and the Tramp” (“A Dama e o Vagabundo”), talvez por ser o filme que vi mais vezes na televisão e por gostar muito de cães! A história é muito simples, mas bonita e com uma mensagem directa. É uma história que é contada do ponto de vista de um cão e não dos humanos, o que faz com que não se vejam praticamente as cabeças dos humanos. Tudo o que vemos é do ponto de vista dos cães. Em “A Dama e o Vagabundo” o que me atrai mais não é a história de amor entre a Dama e o Vagabundo, mas sim os outros cães, que são personagens muito interessantes e divertidas, como é o caso de Jock e Joe, e dos cães do canil, como Boris, um cão soviético e intelectual e Pedro, um cão pequenino, com sotaque mexicano.