«A Metamorfose dos Pássaros», de Catarina Vasconcelos, estreia nas salas de cinema nacionais

A Metamorfose dos Pássaros, de Catarina Vasconcelos – uma produção Primeira Idade com distribuição No Comboio – estreia dia 7 de Outubro, nas salas portuguesas, com sessões diárias em 19 salas de 13 cidades portuguesas, tendo já a exibição garantida em 32 salas de cinema, incluindo sessões em salas de cinema e auditórios de 25 cidades portuguesas.

Sinopse: Beatriz e Henrique casaram no dia em que ela fez 21 anos. Henrique, oficial de marinha, passava largas temporadas no mar. Em terra, Beatriz, que aprendeu tudo com a verticalidade das plantas, cuidou das raízes dos 6 filhos. O filho mais velho, Jacinto, é meu pai e sonhava poder um dia ser pássaro. Um dia, subitamente, Beatriz morre. A minha mãe não morreu subitamente, mas morreu quando eu tinha 17 anos. Nesse dia, eu e o meu pai encontramo-nos na perda da mãe e a nossa relação deixou de ser só a de pai e filha.


A multi-premiada primeira longa-metragem de Catarina Vasconcelos pode ser vista a partir de quinta-feira em Lisboa (Cinema Ideal, Cinema Medeia Nimas, Cinema City Alvalade, UCI El Corte Inglés, NOS Amoreiras), Cascais (Cinema da Villa), Oeiras (NOS Oeiras Parque), Almada (NOS Almada Fórum), Setúbal (Cinema Charlot), Porto (Cinema Trindade, NOS Alameda Shop & Spot, UCI Arrábida 20), Coimbra (NOS Alma Shopping), Braga (Cineplace Cinema Nova Arcada), Viseu (NOS Fórum Viseu), Portimão (Algarcine Cinemas de Portimão), Lagos (Algarcine Cinemas de Olhão), Olhão (Algarcine Cinemas de Olhão) e Funchal (Cineplace Madeira). Depois, estão já confirmadas sessões especiais em Vila Nova de Famalicão, Tavira, Arcos de Valdevez, Penafiel, Évora, Faro, Montemor-o-Novo, Aveiro, Estarreja, Amarante e Castelo Branco, entre outras.

Tendo um foco inicial no universo familiar da realizadora e na sua avó Beatriz que nunca conheceu, A Metamorfose dos Pássaros é uma viagem entre a beleza dos afectos familiares e os sentimentos de perda. Um filme sobre, como refere Catarina Vasconcelos, “a mãe do meu pai. A minha mãe. As mães. As mães das mães. As mães das mães das mães. Mas também acerca de um determinado período histórico que eu não tinha vivido: um período tão distinto daquele que vivemos hoje e que temos o dever de não esquecer. É um grande privilégio viver em liberdade”.

Aplaudida pela crítica internacional e pelo público, a primeira longa-metragem de Catarina Vasconcelos foi seleccionada para mais de 60 festivais internacionais, tendo sido, em 2020, o filme português com mais presenças em festivais em todo o mundo e o mais premiado, vencedor de mais de 20 prémios, entre os quais, prémio de melhor filme e prémio do público em vários países. Teve ante-estreia mundial na Berlinale – Berlin International Film Festival – onde venceu o Prémio FIPRESCI, atribuído pela Federação Internacional de Críticos. A ante-estreia nacional realizou-se no IndieLisboa 2020 – onde venceu o Prémio de Melhor Realização para Longa-metragem Portuguesa e o Prémio do Público.

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