DOC.Coimbra chega à 3.ª edição com mais de 60 documentários em competição

Evento reúne 64 filmes de 33 países, distribuídos por seis espaços da cidade, e consolida-se como uma das principais plataformas do cinema documental em Portugal
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Divulgação

Está marcado, seis espaços em Coimbra juntam-se para receber a festa do cinema documental internacional, de 17 a 22 de março, com 64 filmes de 33 países. A 3ª edição do DOC.Coimbra afirma-se como um festival de múltiplas vertentes e tendências, que pretende aproximar a arte cinematográfica do público.

Ao todo, serão 38 exibições distribuídas por espaços como o TAGV, o Auditório do IPDJ, o Círculo Sereia e a Casa da Esquina, numa curadoria que selecionou 22 longas-metragens e 42 curtas entre mais de 700 filmes inscritos — o ano em que o festival registou o maior número de candidaturas, segundo Leandro Cordeiro, um dos diretores fundadores do DOC.Coimbra. Toda a programação será divulgada no próximo dia 18 de fevereiro.

Os filmes estarão divididos em quatro categorias competitivas dedicadas ao cinema internacional e lusófono: Curtas Internacionais, Curtas Lusófonas, Longas-Metragens Internacionais e Longas-Metragens Lusófonas.

Relativamente à escolha dos vencedores da 3ª edição, a decisão caberá ao júri que, à semelhança do ano passado, reúne em Coimbra representantes internacionais e nacionais, nomeadamente da região, de diferentes áreas da cultura e não só. Na categoria de Curtas-Metragens Internacionais, integram o júri o fotógrafo Piotr Zielewski, o sociólogo Cristiano Gianolla, investigador do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, e a documentarista Sandra Ruesga.

Na categoria de Longas-Metragens Internacionais, o júri contará com a presença da realizadora e produtora Fernanda Polacow, do artista Adalberto Delgado e da realizadora e produtora Marie Clémence Paes.

Finalmente, na categoria dedicada aos filmes lusófonos em competição, fazem parte do júri a realizadora Maria Clara Escobar, a gestora cultural Luísa Lopes e o curador e artista Nelson Ricardo Martins.

Para além das exibições principais, o festival oferece ainda a Secção Retrospectiva, que destaca a obra da realizadora Leonor Areal, a decorrer na Casa da Esquina, e Sessões Educativas que, em parceria com o Ano Zero – Bienal de Arte Contemporânea de Coimbra, unem cinema e educação em oito sessões destinadas a escolas e jovens, a realizar no espaço Círculo Sereia – CAPC.

O festival tem início no dia 17 de março com um concerto do Filipe Furtado Trio e a exibição de um dos filmes concorrentes na categoria de longas-metragens lusófonas, pelas 18h30, no TAGV.