A Paris da Nouvelle Vague é tema de coleção da MUBI

Programação com os filmes dos maiores cineastas do movimento francês destaca o brilho e a importância da Cidade Luz para a Nouvelle Vague
OS FILMES MAIS ESPERADOS DE 2019 6 1 OS FILMES MAIS ESPERADOS DE 2019 6 2

No final deste mês, todas as atenções do mundo se voltam a Paris, cidade que sediará os Jogos Olímpicos, pela terceira vez.

A metrópole francesa, sua rebeldia juvenil e romantismo foram imortalizados pela Nouvelle Vague e ganham destaque na nova coleção da MUBI, distribuidora global, serviço de streaming e produtora.

Nouvelle Vague Nas Ruas De Paris

A Nouvelle Vague Nas Ruas De Paris reúne filmes icónicos de grandes realizadores do movimento francês, que capturam o ritmo da vida urbana e todo o glamour das ruas da Cidade Luz.

São eles: “Masculino Feminino”, de Jean-Luc Godard, “Duas horas da vida de uma mulher”, de Agnès Varda, e “Os Quatrocentos Golpes” e “Jules e Jim”, de François Truffaut.

Masculino Feminino

“Masculino Feminino” (1966), clássico vibrante de Godard, é estrelado por Jean-Pierre Léaud e a cantora de yé-yé Chantal Goya. Ao transbordar o amor pelo cinema, o filme trata de temas como sexo, política e música pop, fazendo um registro impressionante dos espaços mais comuns e frequentados da Paris dos anos 1960, como os cafés, bistrôs, boates e o metrô.

Duas horas da vida de uma mulher

A obra-prima “Duas horas da vida de uma mulher” está presente na coleção A Nouvelle Vague Nas Ruas De Paris com o ponto de vista feminino de Agnès Varda, diretora essencial da Nouvelle Vague e do cinema mundial.

No filme, acompanhamos as ruas de Paris pela agitada mobilidade e subjetividade de Cléo, interpretada por Corinne Marchand.

Truffaut

A programação se completa com dois filmes do cineasta François Truffaut, considerado um dos fundadores do movimento ao apresentar internacionalmente seu filme de estreia, “Os Quatrocentos Golpes”. O drama mostra a capital francesa pelo olhar de uma criança rebelde aventurando-se pela cidade – o menino, que é um alter ego do diretor, é interpretado por Jean-Pierre Léaud aos quatorze anos de idade.

Passeando pelas mesmas ruas de Paris, Truffaut se deparou com o livro que inspirou “Jules e Jim”. Estrelado por Jeanne Moreau (Querelle), o romance de ménage-à-trois brinca com as imagens para elevar o potencial inovador do cinema, fazendo um hino à inocência perdida.

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