Festival Olhares do Mediterrâneo 2020: Arranca hoje com filme irreverente sobre a afirmação feminina

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Arranca hoje, com as sessões de debates e mesas-redondas, a 7.ª edição do Festival Olhares do Mediterrâneo – Women’s Film Festival, que decorre até dia 29 de novembro, com o melhor da cinematografia de mulheres da bacia mediterrânica, numa edição mista entre presencial e online.

A sessão de abertura está marcada para esta quarta-feira (25 de novembro), pelas 19h30, na Sala Manoel de Oliveira, com a estreia do filme “Deus Existe, O Seu Nome é Petrunya”, da macedónia Teona Strugar Mitevska, uma peça irreverente sobre a afirmação feminina, vencedor do Prémio Lux de Cinema do Parlamento Europeu.

O filme, uma co-produção da Macedónia do Norte, Bélgica, Eslovénia, Croácia e França, candidato ao Urso de Ouro na 69.ª edição do Festival Internacional de Cinema de Berlim, é uma comédia amarga, cuja protagonista, Petrunya, quebra as regras da tradição popular e religiosa da sua aldeia e enfrenta teimosamente as consequências.

O festival Olhares do Mediterrâneo vai apresentar 55 filmes (curtas e longas-metragens), incluindo 5 estreias mundiais, duas europeias, 29 nacionais e 9 internacionais, e conta com oito curtas portuguesas, que serão exibidos no Cinema São Jorge e no ISCTE-IUL (em Lisboa) e na plataforma VoD Filmin Portugal.

De 26 de novembro a 10 de dezembro será possível assistir a 10 longas-metragens e 44 curtas, produzidos em 25 países, incluindo Portugal, online na Filmin.

 “God exists, her name is Petrunya” estará disponível na plataforma gratuitamente para um máximo de 1000 espectadores. Pelo preço de um bilhete de cinema será ainda possível ver todos os filmes das secções competitivas, quase exclusivamente online, as curtas da Competição Geral e da secção Começar a Olhar em 8 sessões. Para os subscritores da Filmin o festival estará disponível sem custos adicionais.

A sessão de encerramento está marcada para 30 de novembro, pelas 19h, onde será exibido o espanhol “A Thief’s Daughter”, de Belén Funes, vencedora dos Prémios Goya e Gaudí como Melhor Nova Realizadora. O filme é um drama social austero, com uma protagonista deslumbrante, capaz de manter um equilíbrio perfeito entre desespero e dignidade.

Fonte: Olhares do Mediterrâneo

Artigo Atualizado no dia 24/11/2020

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