A 6 de julho de 1994, “Forrest Gump”, realizado por Robert Zemeckis, estreou nos cinemas norte-americanos e ficou em primeiro lugar nas bilheteiras nesse fim de semana, batendo por 25 mil dólares o anterior campeão, “O Rei Leão”. Este mês assinalam-se os 25 anos da sua estreia, com o lançamento em DVD e Blu-Ray de uma edição remasterizada.

Foi um gigantesco fenómeno de bilheteira (o quarto mais rentável por aquela altura no país, apenas atrás de “ET”, o primeiro “Star Wars” e “Parque Jurássico”). Estima-se, ainda, que tenham sido vendidos cerca de 78,5 milhões de bilhetes nos EUA, o equivalente a quase um terço da população na época, e facturou nas bilheteiras mais de 677 mil milhões de dólares no resto do mundo.

Nomeado para treze estatuetas douradas, venceu em 1995 seis Óscares: o de Melhor Filme, Melhor Realizador, Melhor Ator (Tom Hanks), Melhor Argumento, Melhor Edição e Melhores Efeitos Especiais. O filme ocupa a 12.ª posição dos 250 melhores filmes de sempre segundo o IMDB.

Protagonizado por Tom Hanks, que dá vida a Forrest Gump, este filme marca o auge da carreira do ator que tinha vencido em 1994 o seu primeiro Óscar de Melhor Ator com “Filadélfia” (1993). No ano seguinte vence novamente o Óscar da mesma categoria. A década de 1990 foi talvez a melhor para Tom Hanks, que trabalhou em filmes como: “Toy Story: Os Rivais” (1995), “Apollo 13” (1995), “O Resgate do Soldado Ryan” (1998) e “À Espera de Um Milagre” (1999).

Distribuído pela Paramount Pictures, “Forest Gump” torna-se intemporal naquilo que representa enquanto superação das virtudes que se encontram nas coisas mais simples. Isto porque, de facto,life is like a box of chocolates: you never know what youre gonna get”.