Terminou no passado dia 20 de novembro a 26ª edição do Festival Internacional de Cinema de Estocolmo, com a atribuição do Cavalo de Bronze, o prémio máximo do certame, ao realizador norueguês Joachim Trier, pelo filme “Louder Than Bombs”. Segundo o júri da secção competitiva, o prémio foi atribuído por ser “…uma obra prima de estética. Um filme que usa todas as componentes cinemáticas para se mover livremente entre passado, presente, sonho e imaginação. Com este meticuloso drama familiar, o realizador vai colando os fragmentos partidos do nosso interior e torna-nos visíveis a nós mesmos e aos outros”.

O prémio de Melhor Primeiro FIlme foi para “Mediterranea” de Jonas Carpignano e o de Melhor Realizador foi entregue a László Nemes, por “Son of Saul”. O Stockholm Impact Award, um prémio focado na liberdade de expressão, entregue pelo artista Ai Weiwei, foi atribuído a Leena Yadav, pelo filme “Parched”. “Este filme é uma paradoxal celebração da vida em circunstâncias difíceis, criando raiva e alegria,suscitando o interesse para o debate, bem como esperança na mudança, ao abordar uma questão que afeta toda a nossa sociedade.”.

 

Melhor Filme

Louder Than Bombs, de Joachim Trier

Melhor Primeiro Filme

Mediterranea, de Jonas Carpignano

Melhor Realizador

László Nemes, por Son of Saul

Melhor Argumento

Deniz Gamze Ergüven e Alice Winocour, por Mustang

Melhor Fotografia

Manuel Dacosse, por Evolution

Melhor Atriz

Julija Steponaityte, em The Summer of Sangaile

Melhor Ator

Koudous Seihon, em Mediterranea

Melhor Documentário

Behemoth, de Liang Zhao

Prémio Stockholm Impact

Leena Yadav, por Parched

Melhor Curta-metragem

A Few Seconds, de Nora El Hourch

Stockholm Rising Star

Aliette Opheim

Telia Film Award

Mediterranea, de Jonas Carpignano

Melhor Filme FIPRESCI

Macadam Stories, de Samuel Benchetrit

Stockholm Achievement Award

Ellen Burstyn

Stockholm Lifetime Achievement Award

Stephen Frears

Stockholm Visionary Award

Yorgos Lanthimos

1 km Film-scholarship

I turn to you, de Victor Lindgren

iFestival Prémio do Público

Tisure, de Adrian Geyer